quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

E O SEU NAMORAMIGO?

Ocorrida em 2010

Eu tinha marcado de encontrar uma garota que eu conversava pela internet a um certo tempo, Gisele era estudante de psicologia, uma morena melancólica, de lindos cabelos compridos e olhar penetrante, e de uma ética pessoal um tanto quanto questionável.
Gisele tinha um amigo que sempre foi doido para namorar contigo e ela sempre negando e dispensando o garoto (típico da friend-zone) até que o garoto foi diagnosticado com câncer e por pena do garoto Gisele começou a namorar com ele, porém devido à complexidade de seu tratamento ele foi para outra cidade se tratar, e Gisele ficava com outros garotos normalmente, como se fosse solteira, pois como ela dizia ela era solteira, o namoro era só para dar alguma alegria a seu amigo (cara essa garota é doida, coitado de seus pacientes, hoje que ela é formada e atua como psicóloga). Eu não tinha muito critério e aceitei sair com ela mesmo sabendo das circunstâncias, combinei de encontrar com ela em uma praça escura que ficava relativamente próxima a sua casa, porém previamente eu já havia estudado o local para saber onde poderia dar uns amassos mais fogosos mais tarde.
Assim que ela chegou sentamos na praça e conversamos um pouco, ela parecia estar meio insegura, aproveitando da situação propus que fôssemos a um local mais tranquilo e daí para frente foi só beijos, abraços e chupões, nem parecia que era a mesma garota, no escuro ela se transformava totalmente, fizemos tudo que era possível salvas as restrições impostas pelo local. Depois de longos e intensos amassos fomos embora (cheguei em casa com as “bolas” doendo de tanto roçar no jeans).
Marcamos de sair no fim de semana seguinte, dessa vez no shopping, eu lembro de não estar muito bem naquele dia, pois tinha passado o dia todo de sábado assistindo animes e bebendo catuaba na casa de um brother meu, mas nunca que eu iria desmarcar um encontro com uma gata, era contra meu código de ética. Cheguei lá meio zonzo, acho que o álcool começou a fazer efeito, mas Gisele parecia ter tudo esquematizado, me puxou para um canto escondido do estacionamento que nem eu sabia que existia (mas ela com certeza já tinha ido ali antes), mas que depois daquele dia virei seu frequentador assíduo. Ficamos no mesmo ritmo do encontro anterior, até que me bateu uma tontura, pedi ela para parar pois eu estava meio tonto, mas ao invés de parar ele me disse que tinha o remédio certo, abaixou minhas calças e me chupou até as bolas, mas preciso admitir que o remédio dela realmente fez eu me sentir melhor, tanto que passei a usar esse método sempre que possível para curar os efeitos do álcool.
Eu fico pensando se o “namoramigo” de Gisele tem a mesma sorte, ou se esse é um presente apenas para suas aventuras fora do namoro.

PÓS HISTÓRIA


Eu ainda fiquei com Gisele mais umas duas ou três vezes, dessa vez em locais mais “discretos”, porém na mesma intensidade, e o mais engraçado que ela adquiriu o costume de me chamar de “vida”, foi aí que eu achei melhor sair fora antes que eu virasse mais um “namoramigo”, aí já viu né...


Escritor Misterioso

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